terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A agressão covarde

Palavras podem ferir do modo mais doloroso, mas também são capazes de remediar a mais profunda das dores. Porém nada transparece mais em uma pessoa que a agressão física. Ultrapassando todos os limites humanos, o homem agride sua companheira; a mulher que escolhera para viver pelo resto de seus dias. Muitas vezes por motivos banais, como alimentação e roupas; outras tantas por razões mais graves, como traição.

Alguns vícios, como drogas e álcool, alteram o comportamento masculino e fazem com que transformem um simples copo d'água em uma grande tempestade. Além da agressão, já a intimidação, a ameaça, e amedrontadas, as mulheres violentadas se calam e perduram a ação de seus cônjuges. E ainda tem o lado do amor, onde as mulheres se acovardam, não por medo, mas por amarem demais o agressor e não quererem fazê-los sofrer. Mas a mulher está deixando de ser tão romântica.

O grande crescimento do papel feminino na sociedade tem chamado a atenção para esse problema, intitulado de violência doméstica. Mas a Lei Maria da Penha, que recentemente completou cinco anos, que pune os agressores quando denunciados, não tem sido aplicada do modo correto, apenas tornando-os mais violentos.

Não há exemplo maior da força da mulher na sociedade como a nossa autoridade mor Dilma Rousseff. Chegar ao cargo de presidente do Brasil passa confiança às mulheres, fazendo com que acreditam mais em si mesmas e denunciem seus maridos agressores. Mas não é só de confiança que vive uma pessoa; o apoio de pessoas queridas ajuda a passarem por esse momento complicado. E elas também podem abrir os olhos dessas mulheres para a verdade, para fazer a denúncia, que já é o primeiro passo para combater a impunidade.

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