Como podemos ser tão dependentes de algo que nem ao menos podemos tocar? Respostas para perguntas como essa, não conhecemos, e talvez nem sequer saibamos um dia, mas o que sabemos é que o mundo virtual está ultrapassando o limite e invadindo o mundo real de muitos jovens brasileiros; e de várias formas. Mas será isso uma coisa boa?
Para muitos desses jovens, a vida em frente à tela de um computador é muito mais atrativa e descomplicada do que a vida nas ruas, lutando contra vilões reais, fixando uma meta para no futuro alcançar. Com as horas na internet se esticando cada vez mais, eles esquecem de compromissos, escola, trabalho, vida social, e quem fica preocupado com isso são os pais, pois não sabem mais o que fazer.
Com adolescentes cada vez mais “offlines” da realidade, consequências não faltam para aqueles que abusam na hora de usar a internet, como sono, falta de concentração, raciocínio lento, dor nas costas, sedentarismo, obesidade. Fatores como esses prejudicarão o jovem num futuro não tão distante.
O que deve ser feito para evitar essa dependência tem que partir dos pais e dos próprios jovens. Organizar horários e priorizar tarefas já seria um bom começo. Nada de proibir, pois como vimos, a internet é uma moeda, com seus dois lados; o jovem tem que escolher o lado que ela deve cair: O do vício ou o do auto-controle.
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