Desde que a diversidade musical fincou raízes na sociedade, o preconceito tem se tornado mais e mais forte. Seja pelas letras, pelas melodias, pelo estilo musical, pelas roupas da intérprete ou por qualquer coisa derivada a isso.
Cabelos coloridos, calças skinny, pinturas faciais. Juntando isso, mais o estereótipo de quem as usa, temos o preconceito. A sociedade repudia o que é diferente, afastando esse “tipo” de pessoa, ofendendo-as moral e fisicamente, fazendo-as passar vergonha. O conhecido bullying.
Os mais conservadores dizem que rock é coisa do diabo; funk, pagode, axé, de pessoas sem cultura; hippie, rap e hip hop de viciados alienados, entre outros rótulos. Dentro da comunidade musical, o estilo que sofre menos preconceito é o pop, por não ter um ritmo definido.
As pessoas mudam, seu estilo musical também, mas o que continua é o preconceito. O que devemos fazer é aprender a conviver com pessoas diferentes com seus estilos incomuns, mesmo isso não sendo uma tarefa fácil.
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